quinta-feira, abril 06, 2006

VAMOS LÁ A SABER UMA COISA....

A vaca da minha vizinha é portista, e isso não tem mal nenhum. Mas a vaca da minha vizinha é uma mulher ordinária, mal educada, manca, possivelmente complexada, que provavelmente veio de meios onde os gritos e a porradinha imperam, logo transmitiu e transmite todos esses "conhecimentos" quer ao marido, quer ao pobre do filho, que mal pôde pegou o beco e foi viver com a mulher. A minha vizinha batia no pai, já falecido, que estava, indefeso, numa cadeira de rodas (viu o Bombas (excelente pessoa, do melhor que há diga-se ) essa triste cena).A minha vizinha não pede licença para gritar e insultar às 7 da manhã o homem que dorme com ela (?), que lhe jurou amor eterno, a quem deve, no mínimo, respeito (ele, coitado, também não se dá ao respeito, claro).Sendo assim a conclusão que retiro disto é que ter gritado ontem euforicamente um golo do Barelona só o pode fazer quem seja adepto do Barcelona ou quem tem problemas consigo mesmo e com os outros, pra não dizer pior.Como sou um homem de diálogo e sou o primeiro a dizer que "só sei que nada sei" (do fundo do meu coração) estou aberto ao debate. Poderei concordar depois com quem me convencer do contrário do que digo.Lembro aos senhores portistas, e benfiquistas do norte, que esta característica de "gritar golo do adversário estrangeiro" que joga contra o nosso rival interno é uma característica fortemente implantada nesta invicta cidade de província, que é o Porto.
(este poster é postado por mim (bombas) mas é uma réplica fiel e fidedigna do anterior esgravatado por Galinhas que teve de ser apagado derivado ao racismo e a certos e determinados meninos andarem a mexer aonde não devem)

13 comentários:

canjas disse...

Essa mulher de que falas nunca deveria ter existido, não pelo facto de ter gritado golo do barça, mas sim por tudo o que de mal fez na vida!

bombas disse...

Olha o ganda Canja5, tá vivo...

Eu vi essa vaca à chapada na careca do pai dela e a ameaçr o velho de o atirar pelas escadas abaixo de cadeira de rodas. Até tive de levantar o tom de voz para ela parar de chimpar no velho, tão chocado que fiquei.

Anónimo disse...

A MINHA VONTADE É FAZER CÓCÓ NA CABEÇA DA SENHORA MÁ.
se possivel fazer xixi e cócó ao mesmo tempo.
uma vez que ela é uma vaca, nunca mais tomo leite.

Anónimo disse...

Reparei agora que escrevi que ela batia no pai já falecido. Daqui surgiu a tal expressão "bater em mortos"...

Pedro, não o pralá do Marão, o outro, o dos ovos.

bombas disse...

ó toino, "já afalecido" está entre comas, por isso está bem.
daí também a expressão: nunca gastes tudo o que comas...

cuscuvilheira disse...

Eu ouvi dizer, ouvi só, que o galinhas já andou engalinhado com essa senhora. Depois dela lhe vedar a entrada na sua (dela) casa ele começou no falatório com a vizinhança para disfarçar e para se vingar da pobre senhora. Ele tinha e tem imensas saudades das chapadas que ela lhe proporcionava no traseiro enquanto lhe chamava escravo e coisas do género.
Até há quem diga que foi o Galinhas que mandou um atirador especialmente contratado ao IRA para "tirar a tosse" (salvo seja) ao pobre pai da pobre senhora só para ter um vingança sórdida.

Pedro Galinhas disse...

Fui acaço. De facto, essa senhora era uma touraça, que fazia sentir vivo, não só porque me batia nas nálgas com força, me dava ordens, e a hailidade pró amor era tanta que os seus 90 quilhos mais pareciam 30. Mas ela deixou-me. Primeiro deixou de me bater nas nálgas (por isso estão agora mais flácidas)e depois disse que eu não tinha coiso pra ela. Sofri, fui para lisboa, tentando esquecê-la, fui pro Brasil em busca de alguém que fosse como ela, mas, após um ano de busca por 4 estados, nada! Nem na Paraíba, nem no Rio de Janeiro, nem no Rio Grande do Norte, nem tampouco cipião, digo, Pernambuco. Em Lisboa também nada...
Voltei, na esperança que se tivesse mudado, mas não..o pesadelo continua..quando ouço os gritos dela, cresce-me logo o entusiasmo, que ela despreza. Quando a vejo no elevador, ai de mim! Suo e arrepiam-se-me os pelos públicos, que até aparei por causa disso.
Só me resta sofrer enquanto ouço, no andar de baixo(!) as botinhas ortopédicas dela...tic...toc...tic...toc...e os seus gritos selvagens...ó filha da puta, ó cavalo, ó meu caralho...que me lembram longos dias de amor..ai, ai....

Pedro Galinhas disse...

Fui acaço. De facto, essa senhora era uma touraça, que fazia sentir vivo, não só porque me batia nas nálgas com força, me dava ordens, e a hailidade pró amor era tanta que os seus 90 quilhos mais pareciam 30. Mas ela deixou-me. Primeiro deixou de me bater nas nálgas (por isso estão agora mais flácidas)e depois disse que eu não tinha coiso pra ela. Sofri, fui para lisboa, tentando esquecê-la, fui pro Brasil em busca de alguém que fosse como ela, mas, após um ano de busca por 4 estados, nada! Nem na Paraíba, nem no Rio de Janeiro, nem no Rio Grande do Norte, nem tampouco cipião, digo, Pernambuco. Em Lisboa também nada...
Voltei, na esperança que se tivesse mudado, mas não..o pesadelo continua..quando ouço os gritos dela, cresce-me logo o entusiasmo, que ela despreza. Quando a vejo no elevador, ai de mim! Suo e arrepiam-se-me os pelos públicos, que até aparei por causa disso.
Só me resta sofrer enquanto ouço, no andar de baixo(!) as botinhas ortopédicas dela...tic...toc...tic...toc...e os seus gritos selvagens...ó filha da puta, ó cavalo, ó meu caralho...que me lembram longos dias de amor..ai, ai....

Pedro Galinhas disse...

Duas vezes porque o sofrimento é a dobrar..ehehehe

Reitor da Universidade Gabriel Alves disse...

 
Este bicho cristeiforme é excepcionalmente bom na arte de desfiar palavras e não dizer nada.

Sim Senhor ... 2x a dividir

:)

cuscuvilheira disse...

Olha que eu já vi o teu "entusiasmo" a crescer no meio dos "públicos" e achei-o bem modestinho. Pequenito até. Vá lá, um arbustito no meio de erva alta. Digamos inclusivé, um clitóris fora do vulgar.
Perguntam onde o terei visto, não?
Pois foi numa órgia (1ª e única) em que ele participou e ficou de tal maneira envergonhado com o pequenito "entusiasmo" que nunca mais apareceu. Lembra-me perfeitamente da cara dele a olhar para o meu e ficar com uma carinha de desconsolo que nem imaginam.
Chegou a usar lenços dentro das cuecas para enchumaçar o material e parecer que mandava alto (normal, pelo menos) pincel.
Enfim, enfim, histórias de outros tempos com as suas coisas boas da época...

Pedro Galinhas disse...

Ahahahahahaha....tu queres é conversa. Como dizia o Malabi.."é modesta mas trabalhadeira". Os chumaços que usei (e ainda uso) são de papel reciclado, para que se saiba. Por isso a desilusão das gaijas quando o saco pra fora....eheheh..meninos pequenos que aparecem por aqui, estou a falar do lenço...de qualquer maneira, depois que começo a trabalhar até dizem "nem sei como isso tudo cabe dentro de mim"..eheheh..esta história não é minha, mas serve praqui.

Dr.Lux0 disse...

Galo, tu andas a ser perseguido... quem será a cuscuvilheira?
Hehehe.
Vizinhas? Sei bem o que é isso. A de cima, loira, burra e lontra, anda semper a insultar-se através do filho. Faz barulho seja a que hora for e tem uma cadela com as unhas por cortar e que se ouve a andar para um lado e par o outro - tic, tic, tic, tic, tic ,tic ,tic, etc.
O filho está cada vez mais alto (13/14 anos e metro e setenta) e qualquer diz acontece uma desgraça: desfaz a mãe em pedaços e dá de comer à cadela...
Depois são vizinhoa(as) mais porcos(as) que cães que não limpam as necessidades dos seus canídeos. No fds passado mijaram-me à porta e cagaram na garagem...
Através de uma aviso ameaçador, pus as coisas mais ou menos em ordem. Enfim, vizinhos...
Estou morto por ir para o meu condomínio privado - aka moradia - para deixar de aturar estas merdas...