terça-feira, novembro 28, 2006

Parabéns PaPá!!!!



Parabéns ao Papá e à mamã!
Desejos de tudo de bom para vós e para o rebento.
Que tenha o bom humor do pai... E a vontade de viver as pequenas coisas desta vida.


Quem diria.... max "o papá!"

quinta-feira, novembro 23, 2006

segunda-feira, novembro 20, 2006

Bomitar Monelhos de Cavêlo

Foi das poucas coisas que me fez rir ontem, no "Diz que é uma espécie de magazine" dos Gato Fedorento. Estão a perder qualidade, estes rapazes. Não aprenderam a lição com o Tio Hermano. Que saudades das séries Meireles e de todas as outras antes do "DQEUEDM". Tirando mesmo a do Exorcista portuga entrevistado pela Manuela Moura Guedes e a Alexandra Lencastre quando ainda eram virgens. O homem disse que traria provas das pessoa "que bomitaram monelhos de cavêlo"! É berídico. Não me lembro de ter visto, mas nessa altura andava mais fora que dentro de casa.
Mas não foi isto que me trouxe aqui.
Recebi um email que dizia ser um aviso da PSP em que constava uma nova prática de "carjacking".
Os hipotéticos "carjackers" (se é assim que se diz) colocavam uma folha branca a tapar o vidro traseiro, e depois da hipotética vítima ter entrado no carro, colocado a carteira ou outros bens no carro e ligado a ignição, olhava para o espelho retrovisor e via que estava uma folha branca a tapar a visibilidade. Sem mais, essa hipotética vítima, sai do carro, vai lá atrás tirar a folha, e os hipotéticos "carjackers" apoderavam-se do mesmo com os seus pertences lá dentro, e deixavam a hipotética vítima com o papel (e os tomates) na mão!
Ora esta hipotética vítima, que, subentendido no texto, deixou de ser hipotética, foi um pouco "duh!", diga-se de passagem.
Eu nunca entro no carro sem dar uma volta ao mesmo, quanto mais não seja para ver se os 4 pneus estão cheios, e retiro qualquer publicidade que esteja "anexada" aos limpa-pára-brisas. Mas enfim, alguém estava com pressa e foi comido(a).
Fica aqui o aviso para os mais distraídos.
Aproveito para comunicar que na próxima 4ª de madrugada vou ser taxista. Levantar ás 5h pra levar uns bacanos ao aeroporto... O que vale é que esses bacanos vão para o Brasil passar um mês de férias, o que quer dizer que é pessoal de pasta, ou seja, a gorja vai ser boa! Heheheh
JK
(NB: Este blog não morre enquanto eu for vivo. Mesmo que alguém esteja a tentar arranjar o caixão, ele fica por cá mais uns tempos. =)» - o gajo da pêra)

EDIT 21-11-06 - 20:54: Foi emendado o termo "menelhas" por "monelhos", depois de ter sido alertado. Se ele disse monelhos, que também pode ter sido monelhas (algum audio-pro que tire a limpo), o homem até utilizou palavras caras - Monelha: corda que cinge os mastros e os reforça. Assim, o sentido seria "Bomitaram cordas de cavêlo" que está mais próximo de ser credível.

quarta-feira, novembro 15, 2006

Ó/OH CORNO, Ó/OH SIGURANÇA, Ó/OH BOI !!!!

Ontem saí do trabalho (não emprego) e dirigi-me ao parque da CMP, aquele por debaixo do viaduto da antiga Feira da Vandoma (esse mesmo, junto à PSP da Batalha), quando, quase a chegar ao caixa, ouço, vindas do referido viaduto, lá de cima, frases saídas de vozes de jovens locais: "Ó/OH SIGURANÇA, Ó/OH CORNO, Ó/OH BOI, Ó/OH FILHA DA PUTA!"....instantaneamente abrandei, deixando-me ficar debaixo do viaduto, acabando de fumar o meu cigarrito. Nem sei bem porque fiquei parado, mas senti que algo podia acontecer. Um homem, que seguia atrás de mim dirigiu-se ao caixa. Portanto, não parou, não é? Entretanto, os jovens locais da Sé continuavam com aquele vocabulário tão típico do Porto, e da Sé muito mais: Ó/OH BOI, Ó/OH SIGURANÇA, Ó/OH FILHA DA PUTA, Ó/OH CORNO!
"É muito feio chamar sigurança a um homem", pensava eu, enquanto o homem que não parou quase levava com uma maçã das grandes nas pernas, vinda do cimo do viaduto.
Depois do perigo passar saí do meu esconderijo e abordei o securita contratado pela CMP, dentro da casota: "isto acontece muitas vezes?". "Sim, que hei-de fazer? Não posso fazer nada. Não posso sair daqui. Mas se são felizes assim, olha!"-respondeu com tranquilidade.
Mas não vás mais longe: no passado domingo, fumava também um cigarrinho, desta feita na minha marquise (posso não ter quintal nem ao menos uma varanda, mas tenho uma coisa muito fina, que até se escreve em francês), quando ouço, desta vez lá de baixo, vinda de um miúdo de 7-9 anos, que jogava a bola com mais uns quantos, um belo e valente "VAI LAMBER A CON* (eu nem ponho o resto) DA TUA SOGRA!" (!!!!) Aquilo era demais, ouvia-se nos 3 prédios que rodeiam o pátio onde os putos jogam. mas aqueles putos não têm educação, não têm pais?! Pera aí que já lhe digo. Da janela do 4º andar falei em voz alta, com tom de zangado: "Ó/Oh MENINOS, ENTÃO QUE CONVERSA É ESSA, HÃ?!?!...AI, AI AI!!!". Olharam e calaram-se. Do alto da janela do meu 4º andar olhava agressivo para os miúdos, que acataram bem a voz da autoridade.
Eu até concordo que se defendam as tradições, a cultura local, os linguajares, os dialectos e tudo o mais, mas acho que também se deve ensinar aquele português, tá bem, menos popular, mais complexo, com uma gramática mais elaborada, tudo bem, aquele português que se fala na televisão, que os deputados e os jornalistas e até o SODOKU utilizam.
Por exemplo, se os miúdos do viaduto tivessem dito Ó/OH SIGURANÇA, Ó/OH CORNO, Ó/OH BOI, e acrescentassem VAI COMPRAR TREMOÇOS À TASCA DO SR. JOAQUIM, assim eu saberia que eles aprenderam aquele português de que vos falava, aquele que forma a língua nacional. Se os putos do meu prédio tivessem dito VAI LAMBER A CON* DA TUA SOGRA, acrescentando, MAS COLOCA OS PELOS PARA O LADO, QUE TE PODES ENGASGAR, então aí eu saberia que valeu a pena os anos que andaram na escola, que aprenderam mais qualquer para além daquele linguajar popular, repetitivo, rico em vogais fortes mas pobre em fartura de termos...
Onde andam os governantes e os educadores deste país? VÃO TODOS PRÓ CARALHO, PÁ. VÃO TODOS MAS É LEVAR NO CÚ, CABRÕES! INCOMPETENTES DO CARALHO! CHULOS!

terça-feira, novembro 14, 2006

ECOS DO OUTRO LADO

Então, pessoal, esse frio? Por aqui estão 34 à sombra e os ossos deixaram de me doer, mal pisei neste solo pernambucano. O Guilherme dormiu a viagem toda e quando acordou passou-se com o calor, mas pela positiva: "vamu na praia, velho?". Respondi-lhe que era muito novo, que não podia ir para a praia para já. Ele insistiu: "mas, pai, quero vê mulhé!".
Miúdo precoce, este: lá por ter passaporte brasileiro faz o sotaque do Nordeste, mesmo sem nunca cá ter vindo! Foda-se lá pro miúdo.
Mas estou aqui para falar de outra coisa, que é das propinas da UGA...eheheh..não é nada disso. Estou aqui para falar das declarações do Mantorras...também não. Estou aqui pra falar dos diferendos do Governo com a Banca...também não. Estou aqui pra falar verdades..é isso! Estou aqui para dizer verdades e a verdade que vou contar é que a primeira parte do texto é mentira e que improvisei esta merda sem vontade nenhuma e se o Luxo não salva esta merda o Ecos vai ao fundo em menos de um fósforo. Arranjem-se, contratem-se, paguem-se a peso de ouro, mas tragam-se novos redactores para o Ecos...

terça-feira, novembro 07, 2006

I CONCURSO TEXTO ERUDITO DO ECOS DO AMIAL

Como andam sempre a acusar-nos de falta de erudição, de sermos boçais, estúpidos, básicos, enfim, coisas que soam a dor de cotovelo mas enfim valha-nos as idas ao pito à segunda à noite, resolvi, aqui, já que em casa quem manda é ela, arrancar com uma iciativa que poderá ajudar-nos a superar essa suposta falta de conhecimento. Mas, e como o conhecimento é coisa que até nem abunde muito por aqui, poderemos fazê-lo enganando quem o lê, ou seja, faremos textos que poderão ser MESMO eruditos (se alguém se atrever fazê-lo), ou, em contrapartida, serão textos pseudo-eruditos, onde a nossa imaginação (que também éuma qualidade) ajude a superar essa mesma falta de erudição.
Entenderam?
Então eu vou dar um exemplo e ESTÁ ABERTO O I CONCURSO DE TEXTO ERUDITO DO ECOS DO AMIAL!!!
Texto:
Ensaio sobre os apóstemos, a linitude e o sargílio
Quem não se lembra do apócrifo Selineu III, o qual, em demanda de calendas, se invacuou todo em defesa da honra de sua mãe? Dir-se-ía farto da comezaina frudeana, qual político em tormentos, por não almejar alcançar o irineu, mito grego, ora lembrado, ora também.
Mas a filosofia beneditina não tem apenas solancos de Kafka (ká esta ele), o vertiginoso e impubre kafka, que não satisfeito com um copo de tinto, se intrumeava pelas vias da ignomínia.
Quando falamos em Thomas Leão, temos, obrigatória e casuisticamente que referir Quing George III, que tinha e na sua biblioteca em James Park a fabulosa e sinterística quantia de 14 livros. Não nos deixemos porém levar pela sincrassia do número, até porque Hipócrates nunca nos perdoaria. Desses parcos, diríamos, recursos culturais, atentemos na riqueza e variedade das obras de George III:
-Bíblia sagrada em mirandês
-Bíblia sagrada em aramaico
-Bíblia sagrada em língua morta
-Pantagruel
-Livro dos Mortos
-Rei Arthur e os Cavaleiros das tábuas redondas
-Gina Medieval
-Gina Edição Especial 1776
- Declarações dos Direitos do Homem e do Cidadão, Edição de Luxe 1789 (mil setecents catre-vingts dizneufe), com prefácio de José Saramago
- O meu primeiro Mein Kampf, guia prático de bolso
-A arte de bem cavalgar toda a sela
-O manifesto do partido comunista
- The Ouly Báiblé, versão inglesa, traduzida do castelhano renascentista
Em demanda do verdadeiro paradigma, pois!

sábado, novembro 04, 2006

Desabafos....

Pois foi… Este foi o panorama que se me deparou quando cheguei ao lugar do encontro para o passeio de bicla… Ninguém… Ninguém???? Não!!!!…!!! Estava lá o Eng.º Orelhas a apanhar os moletes que haviam caído da caminheta que tinha passado em antes e tinha deixado cair as duas paletes de trigos, pães da avó, bicos de pato, bicos de velha, bicos de obra, casa dos bicos, pom d’água, etc… Quem terá comido aquele pãozinho que o Orelhas pisou???? Eu não fui de certeza porque, nesse dia, só comi regueifa. Foi só aproveitar a falta dos meus queridos camaradas para ir ao cemitério de Paranhos visitar o meu velho e pôr lá umas flores na campa (não é uma gavetinha como o pai do outro, é propriedade horizontal). Eram 9.30 horas e entrava eu pelo cemitério adentro de calção de lycra justinho ao tomateiro e ao pincel, de luvas sem dedo, capacete bell na tola, óculos escuros com lentes claras e de bicicleta em punho dum lado e de flores em punho do outro. O mais incrível de tudo é que eu tinha previsto que nenhum destes cabrões/bronas iria aparecer ao encontro Nacional das biclas do Amial…
Os faltosos/osas para o passeio de bike foram:, PC, PS, PD, PG, ND, JL, JC TC, NA, MV, EO, SM, JM, CS, e mais não me lembro… Ficam todos/odas na lista negra/preta…
Acabei por (depois do cemitério) dar mais umas voltas por ali e, às páginas tantas, onde é que já me encontrava??? No Bimbo, como antigamente, claro… Paleio com este, paleio com aquele, até aparecer um dos paneleiros que faltou e nem sequer me ter dado um cumprimento de mão por causa das tais luvas sem dedos que eu usava na altura. É que ele é da nobreza, é muito especial, ainda por cima insinuou que o “pastor” era eu, que tinha desenferrujado o cabedal e desentupido as violas enquanto que, para ele, foi mais uma noite de putaria, com certeza… A melhor de todas foi quando aparece um postal dali da zona e diz: este também é um daqueles que sai de casa de bicicleta e se vai meter no café e diz depois aos amigos e à mulher que está muito cansado de ir a pedalar até à Madalena e vir. HAHAHAAHA

Moral da Historia e para acabar, hadem vir para cá, hadem hadem… e vão ter muitos amigos, vão vão…

sexta-feira, novembro 03, 2006

ÚLTIMAS...

Reabriu o Blogue estavaipóbloco, um Blogue independente, apesar de ser da "família". Desde sei lá de quando que não diziam nada, parece que estiveram em obras (».) -galinha ceguinha (prod. registado)).

Bombas tinha um encontro no dia-de-todos-os-mortos de manhã. Estava tudo combinado para um passeio de bicla, às 9 horas, mas, ao que sabemos, só apareceu o Bombas e assim o passeio foi um bocado monótono...
Está aberta a caça ao bloguista-misterioso, o narcopeptic, que ninguém sabe quem é. Como só eu, o Bombas, o Reitor, a Luzinha, o WC Pato e os Patos frequentamos isto, entre nós teremos que descobrir quem é a peça...a não ser que aquele amigo super-dotado, o olagenteboa, nos dê uma ajuda...
Bombas e Galinha encontraram-se no dia 2 ao almoço. A conversa foi muito animada. Falava-se das idas ao cemitério e quem ia, e a que horas e o que se levava, e quem lá estava e mais não sei o quê. Depois Galinhas disse que o cemitério do pai estava muito longe, que já lá não ía há uns tempos. Bombas perguntou quem fazia a manutenção. Galinhas respondeu que era uma gaveta e não o tradicional buraco no chão. Bombas disse que assim a manutenção era menor, de facto. E assim decorreu o almoço...
E pronto, estou aqui a improvisar, mas não sai mais nada. Há dias assim assim.