O que é que os portuenses dizem de Lisboa? Que não trabalham, que aqui é que trabalham, que os Mouros vivem à pala do trabalho do norte e dos nortenhos. Nada mais errado, caros amialenses. Ainda um destes dias eu e o Chico Pombas discutíamos sobre isso enquanto observávamos as pombas na Batalha. Ele defende a opinião de senso-comum que os mouros não trabalham. Pelo menos tanto como aqui.
Ora o que eu vos digo, caros amialenses, é que em Lísbia, eles dão-lhe e dão-lhe bem. E mais, eles não falam de calças, bijuteria e penteados na frente dos clientes dum qualquer café, quase aos gritos, como aqui é observável. Aqui é muito mais light, meus senhores. Não vejo os empregados bancários a telefonar para a mãe ou avó, como vejo por aqui; não vejo o amigo de infância do trabalhador a ir vistá-lo ao local de trabalho e falar do França-Portugal, como se estivessem no largo. Em Lisboa trabalha-se e muito, com a agravante do tempo que seria do trabalhador, ser na realidade do patrão, por causa das longas distâncias percorridas em transportes e longas filas de trânsito. Faça-se justiça, os mouros sofrem e vão continuar a sofrer.
A mouraria tem uma qualidade de vida muito inferior à dos portuenses, como aliás defende uma lisboeta, minha vizinha em Lisboa, e namorada de um dos nossos contribuintes, o qual, aliás, poderá atestar o que digo (ou discordar).
O mito dos mouros não trabalharem é, penso, associado ao facto de S. Bento, a Assembleia da República e Belém se situarem em Lisboa, situação que depois é generalizada ao restante zé povo. Penso eu de que...
terça-feira, outubro 18, 2005
segunda-feira, outubro 17, 2005
PARABÉNS...
... à melhor Mãe do Universo! (Não menosprezando todas as outras, claro)
Pela paciência, dedicação, vontade, carinho e amor que deu (e ainda dá) ao criar 9 filhos e ajudar a criar 5 netos, no meio de uma vida tão movimentada que quase não dava tempo para respirar.
Parabéns, Mãe, e que ainda contes muitos mais para ajudar a criar os netos vindouros!
=D
Pela paciência, dedicação, vontade, carinho e amor que deu (e ainda dá) ao criar 9 filhos e ajudar a criar 5 netos, no meio de uma vida tão movimentada que quase não dava tempo para respirar.
Parabéns, Mãe, e que ainda contes muitos mais para ajudar a criar os netos vindouros!
=D
domingo, outubro 16, 2005
PARABÉNS AO NUNO CAROÇO E AO BAÍA...
quinta-feira, outubro 13, 2005
BOMBAS E GALINHAS NA BATALHA...
Dois dos mais profícuos contribuintes deste Blogue são agora vizinos de trabalho. Para já há que saudar o Galinhas, que após um ano a fazer que faz, resolveu botar mãos à obra e abraçar o projecto de organizar uma biblioteca de uma Universidade. Muito bem, Galinhas, será que os livros têm vida pra ti? Ehehehe.
Mas o curioso é que tanto o local de trabalho do Galinhas como o doBombas ficam perto um do outro, o que é uma coincidência incrível! Não bastava um ser perto do outro, não. O Outro também fica perto do primeiro. E foi assim que estes jovens, já próximos da famosa "ternura dos 40", frase do Rebites, um cromo que tinha expressões ainda melhor que o João Pinto, agora não poucas vezes (já foram 2) se encontram para almoçar uma sopa ou um molete num qualquer recanto da Batalha. Hoje o Bombas pediu um pão de milho do tamanho de uma cabeça de Grandanois (?) e tratou logo de o comer ali. A dona da padaria, que achou que aquilo não era muito apropriado, decidiu cortar o mega-molete em fatias. Seja como for, o pão de quilo marchou todinho. Em seguida fomos ver as pombas e lá ficamos uns bons 20 minetes a ver as pombas. O Bombas reparou que as pombas, em número muito razoável, sofrem da doença dos pézinhos. Muitas apresentam deficiências nas patas: muitas só têm toquinhos; outras têm-nas inchadas e deformadas; outras não as têm; e muitos outros casos intrigantes. Mutações? Fruto de uma intensa actividade, sujeita a múltiplos acidentes? Cancer das pombas? Vá-se lá saber...
Os referidos moços, agora vizinhos de trabalho, lá seguiram depois, cada um para o seu canto, não sem antes cada um dele mostrar os dotes de fazer ruído com o rabo ao outro, numa atitude revivalista, de quando tinham 15 anos....a vida passa, mas o Bombas e o Galinhas ficam...sempre na mesma.
Como é Bombas? Amanhã vamos às pombas?
terça-feira, outubro 11, 2005
AHAHAHAHAHAHA!!!!!!
Um marinheiro regressa a casa, após um ano no mar. A mulher mostra-lhe o filho: - Mas o miúdo é escuro!-queixa-se- E nós somos tão branquinhos...
Resposta da mulher:- Ó Nel, tu nao vês que eu nao tinha leite e foi uma ama negra que lhe deu de mamar?
No dia seguinte o Nel conta á mãe o sucedido. - Tá certo, meu filho -sossegou-o a mãe- olha que eu, quando tu nasceste também não tinha leite e dei-te a uma vaca para te amamentar. É por isso que tu agora és tão cornudo...
Resposta da mulher:- Ó Nel, tu nao vês que eu nao tinha leite e foi uma ama negra que lhe deu de mamar?
No dia seguinte o Nel conta á mãe o sucedido. - Tá certo, meu filho -sossegou-o a mãe- olha que eu, quando tu nasceste também não tinha leite e dei-te a uma vaca para te amamentar. É por isso que tu agora és tão cornudo...
sábado, outubro 08, 2005
PARAVÉNS VOMVAS!
Serve o presente "poster" para parabenizar o nosso amigo ChiVomvas que faz anos neste belo dia de Outubro.
Conta muitos, e felizes no meio dos teus.
Btw, se no aniversário da tua GaIja tiveste uma boa surpresa (palavras dela), imagino que hoje seja pó viró-matreco!
Hehehe
Conta muitos, e felizes no meio dos teus.
Btw, se no aniversário da tua GaIja tiveste uma boa surpresa (palavras dela), imagino que hoje seja pó viró-matreco!
Hehehe
sexta-feira, outubro 07, 2005
:: DESDENTADA ::
A personagem mítica do lado negro do burgo, desapareceu sem deixar rasto, chegando mesmo a equacionar-se o seu óbito. Apanhou uma “andredose” diziam uns. Alguém, do seu negócio ilícito de venda de estupefacientes, lhe limpou o sebo, diziam outros. Caiu do 7º andar e desfez-se em pó para fornecimento gratuito dos agarrados, diziam ainda os mais drásticos.
É tudo mentira!
Está viva e bem viva essa desdentada nojenta e ex-parasita do nosso burgo.
A personagem, que se chegou a ligar à morte de um ex-amialense (Zé Carlos da Midú), passou por mim perto da Rua do Heroísmo ontem, e em Campanhã ainda hoje.
Seria um fantasma? Pensei eu.
Seria um morto-vivo? Pensei ainda.
Não. Era mesmo de carne e osso apesar de não lhe ter tocado pois corria risco de contrair "cidreira".
Esse verme da sociedade anda aí.
Numa outra zona, é claro, mas anda aí.
Desencaminhadora de jovens inocentes.
Praga da sociedade viciada e seus afluentes.
Dentes ainda não os tinha – ainda não visitou o nosso contemporâneo Dr. Lavandeira – e pareceu-me ter ainda menos.
A carantonha nojenta continua a mesma.
Enfim.
Por vezes vão os que não merecem e ficam os que nunca deviam ter vindo ao mundo.
É tudo mentira!
Está viva e bem viva essa desdentada nojenta e ex-parasita do nosso burgo.
A personagem, que se chegou a ligar à morte de um ex-amialense (Zé Carlos da Midú), passou por mim perto da Rua do Heroísmo ontem, e em Campanhã ainda hoje.
Seria um fantasma? Pensei eu.
Seria um morto-vivo? Pensei ainda.
Não. Era mesmo de carne e osso apesar de não lhe ter tocado pois corria risco de contrair "cidreira".
Esse verme da sociedade anda aí.
Numa outra zona, é claro, mas anda aí.
Desencaminhadora de jovens inocentes.
Praga da sociedade viciada e seus afluentes.
Dentes ainda não os tinha – ainda não visitou o nosso contemporâneo Dr. Lavandeira – e pareceu-me ter ainda menos.
A carantonha nojenta continua a mesma.
Enfim.
Por vezes vão os que não merecem e ficam os que nunca deviam ter vindo ao mundo.
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