segunda-feira, maio 16, 2005

Parabéns.


Parabéns mano! 18 aninhos! Quem dera...porta-te bem!:) Posted by Hello

sábado, maio 14, 2005

PARABÉNS AMOR, MÃE DA LUZ DA MINHA VIDA



Muitos parabéns e que dure para sempre este nosso amor, iluminado com a nossa menina e com os que mais poderão vir..
És uma Amialense emprestada, mas já te corre no sangue a água inquinada do Bairro do Amial.
Mil beijinhos e encontrá-mo-nos já na caminha....

quarta-feira, maio 11, 2005

a todos um bom natal

Antes de mais nada queria pedir desculpa pela minha ausência. Mais uma vez perdi o filho da puta do 71 e tive que andar a pé até casa. Mas por azar encontrei logo o 21 e a caminhada prolongou-se pela eternidade que ele demora desde a baixa até ao Amial. Foi um momento lúdico, diria mesmo uma oportunidade única para aprender sobre a vida daqueles que habitam próximo de nós. Seja como for não foi para contar essas histórias, que na realidade não vivi, que aqui vim fazer. Eu só queria dizer uma coisa rápida: primeiro penso que todos estão a queixar-se do facto de ninguém escrever neste blog mas ainda ninguém fez nada para alterar este problema “ Falaindes falaindes não fazeindes um caralho”. Segundo acho uma piada esse emigra que nada faz na vida ainda se dar ao luxo de mandar postas de pescada para a pátria como se nós, o povo não tivéssemos que trabalhar. Galinhas manda postas mas de preferência de bacalhau. Em terceiro lugar queria só avisar que em quarto vou cair em cima do Chico bombas, sim esse monte de músculo fora de data. Em quarto, e como referi em terceiro, só queria dizer a essa personagem, Sr. Bombas, que ele pode até ter uma forçazita nos bracitos, mais no direito que no esquerdo, claro , devido a muita pivias batidas durante a sua infância, que se ele tivesse nascido um século antes poderia fazer concorrência ao corcunda de notre dame. Serias uma aberração, uma besta, um homem elefante, um rejeitado da sociedade. ÉS UMA MERDA OH PALHAÇO. Em quinto queria dizer que em sexto vou falar do canjas e em sétimo vou referir o Fausto. Em Sexto vou so dizer que o canjas não foi Pápa por um único motivo. Este nosso representante da igreja, este santo que tanto fez por espalhar a lei pelo mundo, este representante que poderia estar agora a calçar as chinelas de Pedro, este ser iluminado que tantas crianças acolheu no seu colo (só nunca percebi porque é que eram sempre do sexo feminino??) não foi eleito Pápa porque pura e simplesmente não queria que um alemão ou mesmo um inglês lhe fodessem a cabeça quando fosse velho. Sim porque ter um Alzeimer, ou mesmo um Parkinson, a fazer tremer a toda a hora não ia ser um final feliz para este nosso companheiro. Em sétimo vou só referir o Fausto por referir. Nada mais, não vou contar nada de interessante até porque nada de interessante teria para contar e mesmo que algo de interessante houvesse para dizer certamente não interessaria a ninguém. Em oitavo gostaria de referir que a minha segunda introdução veio depois da primeira e antes da terceira para que após esta viesse a quarta. Um abraço e queria ainda referir que o meu próximo post vai ser um pouco mais violento a nível de linguagem pelo quem menores ou pessoas susceptíveis não deverão ler… E assim se escreve sobre nada e nada mais aprendemos sobre estes assuntos. Mais uma vez o titulo foi escolhido entre muitos. Penso que este se enquadra bem no contexto deste post

terça-feira, maio 10, 2005

E O QUE É QUE O AMIAL TEM A VER?!

"Sangue de Cristo tem poder, vai beber sangue no açougue", é a frase que ouço quando passa a coruja soltando um estridente piar. Eu aprendi a colaborar e respondo a famosa frase amialense, não de minha autoria, que eu não sou um génio, " Deus te guie, caralhinho que te foda". Por aqui o tempo está parado para alguns, pelo menos em alguns aspectos. No outro dia ouvia chocado a já famosa empregada a dizer que " as cabeleireiras dizem que minha filha não pode fazer escova no cabelo antes de menstruar". Quando um cientista social, que é o que eu sou, ouve estas coisas, até a pele se lhe arrepia, até o estôgamo se lhe comprime, mas como temos que ser cautelosos nestas coisas, há que manter a postura.
Aqui na terra das seitas religiosas os lobisomens existem. Aqui, neste pedaço de terra metade paraíso metade inferno, a coruja que passa a piar anuncia uma morte e devem ser pronunciadas as palavras magicas à sua passagem. Aqui, as mulheres menstruadas não podem comer marisco e apanham infecções na valgina se se sentarem em locais quentes, como areia ou muros baixos - esta tem uma explicação mais lógica que explicada em jeito de equação é TEMPERATURA ALTA+CARNE VERMELHA COM OU SEM PELO= BACTÉRIAS E MICRÓBIOS COM FARTURA.
Mas o que é que isto tem a ver com o amial? E com o Ecos do Amial? Eu explico: nada ou tudo... se optarmos pelo nada a explicação é que este tema não diz respeito aos amialenses; se optarmos pelo tudo é que é um amialense que escreve no Ecos do Amial e que se inspirou numa frase amialense para escrever o que escreveu. De qualquer modo, no estado decadente em que nos encontramos qualquer coisa é melhor do que nada...
Ass: um militante deste vlog

sexta-feira, maio 06, 2005

MISSIONÁRIO ESCALDADO...



...D'ÁGUA FRIA TEM MEDO!!!!

Poisé...

Depois do sucedido (e por ele mui bem "relatado"), por vias das dúvidas, o nosso Missionário em Pernambuco resolveu por bem tomar algumas providências.
Após o violento e quase fatal confronto com o "alma sebosa" semi-holandês, o nosso pintainho, aliás, Galinhas, teve de ir ao mercado negro, aliás, preto e comprou o que melhor lá havia para afugentar, aliás, dissuadir novas "almas sebosas".
Esqueceu-se é que iria partir uma pata, aliás, um pé e por isso o seu arcabuz vai ficar debaixo da almofada pelo menos durante uns dois meses, aliás, sessenta dias.
Valha-nos ao menos que ele pode continuar a Missionar através da tecnologia.
Encontra-se deitadinho de barriguinha para o ar e com o pé, aliás, pata, em cima de 4 almofadas, pois o "médico" aconselhou-o a ter a pata, aliás, o pé, a uma altura superior à do coração. Rico "médico", aliás, terá sido uma médica?
Continua contactável no Messenger para quem lhe quiser dar uma palavrinha de consolação, aliás, de conforto, aliás, de apoio moral.
Aliás, até lhe podem ligar para o telefone fixo, que, aliás, é bem mais barato.
0055 813 469 7413
As melhoras rápidas para a nossa ave poedeira, aliás, é o que lhe desejamos..

quinta-feira, maio 05, 2005

ECOS DO AMIAL...QUE PASSA?

Não estou a entender. Esta é uma página nova mas já é uma Instituição. Na última edição de Blogs and Soyone, o Ecos do Amial aparece num honroso 10º lugar mundial nos blogs de qualidade. Apenas dois contributors andam a dar-lhe com força. Penso que terá uma descida abrupta na classificação do próximo mês, já que os índices são medidos pela qualidade, quantidade de contributors a postar e comments. Que se passa? Vamos dar a volta a isto ou vou ter que amandar uns matadores aí para vos apertar um pouco?
O Luxo anda estranho, o Canja é pouco profícuo, o Boudu é de luas, o Funky nem vê-lo. Sei que tenho mais tempo que os outros, mas antes não era assim. QUE SE PASSA? Para que isto marche temos que variar, e a variedade só se consegue com mais contributors a contribuir. Contributor=o que contribui..e atão?...Já vos disse, não estamos no tempo em que todos fazíamos o que queríamos. Isto não é o 25 de Abril. Se não postam eu sou obrigado a enviar aqui uns amigos para conversar com vocês. Ao menos digam-me: O QUE SE PASSA?

terça-feira, maio 03, 2005

HISTÓRIA DO LARGO-UMA VERSÃO...

Quem descobriu o Largo? Sabe-se quem descobriu o caminho marítimo para a Índia-e não foi o Vasco da Gama de certeza-, sabe-se quem descobiu as Almorróidas-claro, todos sabemos, foi Ibn Almorroidal, no século IX-, e sabe-se também quem descobriu a Vácina-foi o sobrinho do Ratola, que nos dizia, vindo do carreiro que separa a casa dos pais do referido roedor do principal jardim do Largo: " ali tem vácinas"...eram as gringas, que algum amante da perfuração de veias tinha ali deixado.
Mas afinal quem descobriu o Largo?
A minha teoria é que o Largo não foi descoberto, mas inventado. Pode ser polémica esta afirmação, mas eu sustento-a.
Antes do Largo ser uma realidade nas nossas vidas, havia o "aquecedor", onde paravam alguns habitantes mais novos das casas próximas ao Largo. O "aquecedor" fica situado bem próximo à casa do Carolo e do Engenheiro Agrónimo e Professor Universitário Pedro Alves, do outro lado da estrada, em frente ao Jardim das Vácinas, ou Jardim do Largo.
As brincadeiras eram inocentes, pouco se fumava, a maconha ainda não tinha sido descoberta e os meios de transporte eram, maioritariamente, os bitorinos e o os autocarros.
O tempo ía passando, e do outro lado da Engenheiro Carlos Amarante íam passando, e imbentualmente parando junto ao aquecedor, outros moradores do Bairro, de ruas mais distantes do Largo:Bombas, João Martins, Zé Miguel, entre outros.
Eis que chegam as cigarradas, o cannabis, os primeiros carros, as primeiras motas. Houve a necessidade de um espaço mais amplo, que, por um lado suportasse toda uma logística-potentes motos e carros- e, por outro, constituísse um local mais reservado, pelo menos aos ouvidos e olhares dos familiares mais velhos de alguns elementos-Carolo e Rosário, Pedro Orelha, o nosso Angrónomo, e Pedro Galinhas eram os mais expostos.
Assim, o Largo era a solução natural-amplo, lugares para estacionamento, reservado, longe de quase todas as casas e, ainda por cima, dotado de um belo campo de futebol, que eu proponho que batizemos como Campo Desportivo Manuel das Petas. Ali se praticaram, entre outras modalidades, o futebol, as escondidas, a sueca, a malha e algumas Brincadeiras-de-Homem-Coice-de-Mula como o "aguenta comigo real camarada", peões e cavalinhos de mota, o "nem mais um" e um desporto único no mundo ali criado: o arremeso do torrão de terra, de efémera existência, pela violência registada nos primeiros dias: vidros partidos-que daria origem ao cognome "Semanadas", e olhos quase cegos.
Assim nascia o Largo, cuja população foi crescendo de forma desordenada, e que na sua época áurea podia acolher-salvoseja- cerca de 30 homens e mulheres, 10 carros e outras tantas motas. Mas não se julgue que o Largo era uma feira de vaidades. O largo era a nossa casa, o nosso lar. Passávamos mais horas ali do que em casa, porque nos sentíamos bem, melhor do que em casa, que na realidade era dos nossos pais. O Largo era nosso e não dos nossos pais. Ir ao Largo era, verdadeiramente, ir para casa.

Foi a minha versão do aparecimento do saudoso Largo...